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Desde o dia 12 de março, a Subprefeitura Mooca vem intensificando a execução dos serviços periódicos de limpeza na área sob sua jurisdição – Água Rasa, Belém, Brás, Mooca, Pari e Tatuapé, a fim de revitalizar a aparência da região e deixá-la mais agradável para sua própria população, dando baixa de forma mais ágil também nos SAC´s formulados por munícipes. A medida visa intensificar os serviços no período em que o trânsito de São Paulo possibilita, e somando às ações diárias, beneficiará a cidade.

No dia 13 de março, a operação ocorreu na Marginal Tietê, onde foram realizados os serviços de: Poda de Árvore = 38 árvores removidas e seis podadas, utilizando três equipes com 26 homens e seis caminhões; Conservação de Áreas Verdes = 11.450 m² de resíduos de grama foram retirados por 24 homens e dois caminhões; Remoção Mecanizada de Entulho = 36 toneladas retiradas com pá carregadeira e 10 caminhões; Limpeza Manual e Mecanizada de Bocas de Lobo = 184 unidades limpas com 36 homens e oito caminhões; Serviços Complementares = capinação e varrição – 36 mil metros lineares, raspagem e pintura de postes – 285 unidades, pintura de guias – 12 mil metros, sendo que para a execução destes serviços foram utilizados 66 homens e 22 caminhões.

No domingo (20), as equipes da subprefeitura efetuaram os serviços de limpeza no Eixo Leste-Oeste, revitalizando o trecho da Radial Leste pertencente a Mooca, que se estende desde o Parque Dom Pedro até a Ponte do Aricanduva. O efetivo contou com a participação de 20 equipes com 24 veículos e 145 pessoas. Foram realizados os serviços de: Poda de Árvore = 27 árvores podadas e 15 removidas; Conservação de Áreas Verdes = 6.700 m² de resíduos de grama foram retirados; Limpeza Mecanizada de Boca de Lobo, Ramais e Poços de Visita = 12 bocas de lobo, 90 metros de ramais e três poços de visita foram limpos; Limpeza Manual de Boca de Lobo = 168 unidades limpas; Tapa Buraco = 50 unidades tapadas com 18,71 toneladas de massa asfáltica; Varrição = 4 mil metros limpos sendo removidos 22,300 toneladas de detritos; Pintura de Guias = nove mil metros revitalizados; Raspagem e Pintura de Postes = 216 unidades renovados; além de seis homens em situação de rua encaminhados para albergues.

No sábado (26), uma equipe da Subprefeitura Mooca composta por 30 homens e 10 caminhões, recolheu 35 toneladas de objetos sem utilidade descartados nas 196 vias do distrito do Belém. Já no último domingo (27), uma nova operação foi realizada na Marginal Tietê e contou com a participação de 14 equipes, com 102 pessoas e 16 veículos. O resultado foi: Conservação de Áreas Verdes = três mil metros quadrados limpos; Remoção de Árvores = seis unidades; Limpeza Manual de Bocas de Lobo = 203 unidades; Varrição = 12 mil metros limpos e 17,5 toneladas de resíduos retirados das vias públicas; Guias = 2.500 unidades pintadas; e Canaletas Limpas = 5 mil unidades.

As operações da Ação Concentrada de Zeladoria terão continuidade neste final de semana, dia 03 de abril, quando a Subprefeitura Mooca fará uma intervenção ao longo da Avenida Salim Farah Maluf. Ainda estão previstas outras cinco operações dentro deste planejamento no mês de abril, nos dias 09, 10, 17, 23 e 30, com a poda de árvores em conjunto com a Eletropaulo, os mutirões na Marginal Tietê, Eixo Leste-Oeste, e novamente na Marginal Tietê, além da Operação Cata-Bagulho no distrito do Tatuapé, respectivamente.

(informações da Assessoria de Comunicação da Sub. Mooca)

O motorista que dirige a um bom tempo sabe: qualquer coisa é motivo de multa. A corrupção e desonestidade constatadas e provadas através do vídeo, em vários Estados do Brasil, narradas no programa fantástico da Rede Globo de Televisão, denunciando as empresas privadas que são contratadas para instalar e fazer a manutenção dos pardais ou radares é de grande interesse público. O Código de Transito Brasileiro, posto em vigência no ano de 1998, se transformou num grande pesadelo para a sociedade, por esta razão devemos exigir sua atualização e revisão. Em todos os campos de atuação do Poder Público, sentimos em cada um deles uma sensação de falência.

A crise instalada pelo mensalão despertou o povo brasileiro para um reexame geral contra a corrupção A atuação deficiente do Estado gera crise de credibilidade popular, em relação ao governo, que tem baixíssimo nível de confiança institucional. A demora na punição dos ladrões e desonestos até quando vamos esperar? A anomia esta instalada no país; o afrouxamento na aplicação da punição tem sido a conduta padrão, como resultado surge a anarquia e a desordem. Colocamos em destaque o Código de Transito, por apresentar valor elevado nas multas, não observar os princípios constitucionais da proporcionalidade e razoabilidade, contestar os critérios utilizados no procedimento administrativo pelo Estado ao aplicar penas de interdição de direitos tais como: a suspensão e cassação do direito de dirigir.

A palavra do funcionário público leigo na aplicação do direito tem toda credibilidade com relação ao motorista, ao fazer a autuação o agente da autoridade de transito não é obrigado a apontar a infração e a se identificar no momento da autuação. Essa pratica incentiva o abuso de autoridade difícil de provar em juízo. O antigo Código de Transito, as penalidades tinham como base o valor do salário mínimo, variavam entre 5% a 100%, dependendo da infração e, em caso de reincidência, pagava-se o dobro. Era justo, pois como base se tinha o salário mínimo a menor renda mensal de uma pessoa.

Ao contrário o Código atual, pouco importa este referencial, utilizam a UFIR e os valores podem chegar a superar a 3 três salários mínimos. Argumentam as Autoridades que a única forma de diminuir os acidentes é “mexer no bolso do brasileiro”, o que tentam nos fazer acreditar através da propaganda governamental. Um dos temas de maior destaque é o rigor das penalidades, não só pelo valor das multas, também pelas conseqüências da pontuação que pode culminar com a suspensão do direito de dirigir. Esse Código de Transito deu verdadeiro impulso e incentivo a corrupção, pelas dificuldades impostas na defesa das multas, na pratica vendem-se facilidades.

Se cada individuo fosse procurar o Poder Judiciário para anular estas multas arbitrárias, seria um desperdício de dinheiro e tempo, porque o custo será elevado. A única forma de contestar é por recursos administrativos feitos ao próprio Órgão que aplicou a penalidade. Isso significa uma decisão corporativista das JARIs, quase sempre em favor do próprio Órgão. Da maneira como está, o motorista vai continuar pagando muito caro por toda essa injustiça. Em matéria de transito estamos diante de um Estado policialesco, o governo não conhece limites e não presta contas da sua atividade junto a sociedade, no tocante a educação, engenharia, fiscalização e sinalização.

Creio que a maior preguiça do mundo é a de pensar, os técnicos na área de transito passam a impressão a sociedade estão ajeitados e satisfeitos ao regime da indolência e da burocracia. No Estado de São Paulo, na capital e nas outras cidades a industria da multa foi instalada sob o disfarce da segurança no transito. O CTB tem servido como fonte de captação de recursos para as Prefeituras. Com todo esse dinheirão arrecadado o índice de acidentes e mortes no transito, principalmente de motoqueiros tem aumentado a cada dia que passa. Essa industria da multa migrou para as pequenas e grandes cidades do país, se transformou em verdadeira epidemia que a sociedade civil organizada deve combater por ser imoral e injusta. Na minha opinião, a fiscalização eletrônica deve ser utilizada em casos excepcionais, mas tornou-se corriqueira, é flagrante o desvio de sua finalidade, em prejuízo de todos.

A administração pública sem apresentar estatísticas confiáveis, usa a chantagem do emocional para motivar a propaganda, ao alardear que o uso da fiscalização eletrônica por radar e fotografias acionadas por fotossensor nos semáforos até mesmo na madrugada tem preservado muitas vidas. Há exagero nessa propaganda, basta verificar os resultados obtidos, é o mesmo que utilizar remédio em excesso a doença morre com o doente. Com a denuncia da Rede Globo no Fantástico, onde proprietários dessas empresas em outros estados da Federação oferecem até 10% da arrecadação das multas eletrônicas, para financiar campanhas políticas dos candidatos a Prefeito, o povo deve ficar em alerta e exigir punição para os corruptos.

A bem da verdade o governo, não tem cumprido com suas obrigações, por não manter com eficiência e eficácia, a presença ostensiva do policiamento para auxiliar, orientar e fiscalizar a circulação viária. Nos dias de chuva, os agentes da autoridade de transito policiais militares e marronzinhos desaparecem das ruas. Sem falar na inexistência da conservação das vias públicas, onde os veículos são avariados causando alto custo de manutenção, os prejuízos são absorvidos pelos cidadãos, que paga toda a sorte de impostos, taxas e pedágios nas estradas. A sinalização implantada na cidade e estradas deve ser de maneira correta, bem visível, não atrás de arvores, escondida pelo capim, suja pela poluição, torta e enferrujada. Os radares ou pardais são armadilhas eletrônicas, colocadas em pontos estratégicos nas ruas, estradas e cidades, com limites de velocidade inadequados, na mesma via ou regiões variam muitas vezes 60 Km/h, 50 ou 40 Km/h, incompatível com o local. A não transparência confunde os motoristas, pela situação precária das placas de sinalização; por estarem mal colocadas, amassadas e deterioradas prejudicam a visibilidade.

Na cidade de São Paulo, a operação dos radares é terceirizada, praticamente a Prefeitura de São Paulo no ano de 2004, fato que chegou a ser notícia de jornal, quase arrendou a industria da multa assim chamada pelo povo para empresas particulares, o pagamento seria feito por produção. Nos fins de semana, trafegar nas rodovias paulistas não tem sido motivo de lazer, satisfação ou prazer. Ao retornar da viagem; após alguns dias, o motorista é violentado com uma multa através do correio, por ter sido pego na emboscada armada pelo Estado que na sinalização faz variação das velocidades exigidas próximas as entradas das cidades. O veículo leve vem trafegando na rodovia na velocidade de 110 Km/h na entrada das cidades cai para 80 Km/h daí chegando a 60, 50 e 40, mesmo com a tecnologia utilizada nos veículos equipados com piloto automático não é possível diminuir a velocidade em tempo hábil, os motoristas são apenados pela péssima e confusa sinalização. Esse fato pode ser constatado por quem trafegar nas rodovias dos Tamoios, Anhanguera, Pedro Taques e outras.

No dia a dia, podemos observar através das pesadas multas de transito, o Estado tem praticado o confisco do dinheiro do cidadão sob o manto da legalidade apoiado no Código de Transito, embora a lei o permita, falta a legitimidade, por não atender os anseios do povo e o bem comum. No Estado de Direito, o que se exige é que o Estado seja um aplicador do direito e nada mais do que isso. É só dar a palavra ao povo, caminhoneiros e aos taxistas que diariamente sentem na própria pele e no bolso toda essa violência.

Edilberto Ferrarini – Advogado Membro Comissão de Segurança Pública OAB SP, Coronel da Policia Militar e Conselheiro do Clube Atlético Juventus

(publicado inicialmente na Edição 948)

A Secretaria de Participação e Parceria, em parceria com a Subprefeitura de Vila Prudente/Sapopemba, abriu inscrições para novas turmas do Curso “Frutos da Terra: por uma cidade sustentável”, na Escola-Estufa Lucy Montoro, localizada dentro da Subprefeitura.

O projeto visa o resgate da cidadania por meio do trabalho em hortas e geração de renda, além da inclusão nutricional de hortifrútis no cardápio das famílias em situação de insegurança alimentar. O curso será oferecido duas vezes por semana e tem um mês e meio de duração.

A previsão de início das aulas é na segunda quinzena de abril. As inscrições podem ser feitas pelos telefones 3113-9629 ou 3113-9683. As vagas são limitadas e serão preenchidas conforme as turmas forem se formando. Mais informações pelo site: www.prefeitura.sp.gov.br/conpares.

Criado em 2008, a Escola Estufa Lucy Montoro tem como meta estimular a produção de hortaliças e vegetais, plantas aromáticas, espécies para paisagismo, além de retomar o conceito de hortas comunitárias.

Serviço:
Subprefeitura Vila Prudente/Sapopemba – Av. do Oratório, 172.

Começa hoje a I Semana de Cinema e Cultura Africana do CEU Lajeado (zona Leste), que realizará em Guaianases uma série de sessões com curtas-metragens do cineasta moçambicano João Luís Sol de Carvalho, seguidas de atividades reflexivas com a comunidade. A idéia é discutir e repensar as relações entre o Brasil e o continente africano na atualidade por meio de ações de cultura e lazer.

O evento vai até sexta-feira, 25. Todos os dias – sempre às 19h30 – serão exibidos filmes produzidos na África, mostrando um pouco da realidade do país. Em seguida, os presentes participarão de uma discussão sobre diversos eixos temáticos, entre eles corrupção, a vida na África, hierarquia, o medo da AIDS, machismo, sobrevivência, rompimento de tradições e educação.

Entre os títulos que vão invadir a telona do CEU Lajeado durante a I Semana de Cinema e Cultura Africana estão Pregos na Cabeça, Muhipiti Alima e O Jardim do Outro Homem, todos de Sol de Carvalho. Nascido em 1953, o cineasta é considerado um transfigurador do real. Suas obras são conhecidas pelo cunho social e voltadas, principalmente, a temas como HIV e violência doméstica.

A data do evento foi escolhida de forma que sua abertura, que será na segunda-feira, 21, coincidisse com o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU em homenagem às vítimas do Massacre de Shapeville, ocorrido em 1960 na África do Sul.

Além da exibição dos filmes e espaço para troca de informações, idealizados pelo Núcleo de Ação Cultural do CEU Lajeado, durante os cinco dias será realizada também a exposição fotográfica AGENTE, com imagens da África. Além disso, sons e músicas africanas serão o pano de fundo da mostra – já que a musicalidade é uma das marcas do povo daquele continente.

O CEU Lajeado fica na R. Manuel da Mota Coutinho, 293 – Lajeado.

A Secretária Municipal de Assistência Social inaugura na última segunda-feira (14), mais um equipamento que vai beneficiar a população em situação de vulnerabilidade social do município. Trata-se do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Vila Prudente, na Zona Leste da cidade.

O CREAS é um equipamento especializado no atendimento às famílias e indivíduos que sofreram violações dos seus direitos como, por exemplo, violência doméstica, exploração sexual, trabalho infantil, entre outros casos. Uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, psicólogos e advogados será responsável pelo acolhimento dos usuários, bem como o encaminhamento aos serviços da rede socioassistencial, saúde e educação. Além disso, o serviço funciona articulado com os órgãos de defesa dos direitos como o Ministério Público, Conselho Tutelar, Vara da Infância e da Juventude e Defensoria Pública.

O prédio, com 182 metros quadrados de área construída, tem capacidade para receber 80 famílias por mês e dispõe de três salas de atendimento individual e uma para atividade em grupo, sala de apoio técnico, fraldário, banheiro para deficientes, além de um espaço lúdico para entreter as crianças que acompanham os pais.

O CREAS Vila Prudente está instalado na Rua Manoel Arruda Castanho, 145 – Sapopemba. Telefone: 2143-8401. Atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

(da Assessoria de Comunicação da Secretária Municipal de Assistência Social)

A Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão e a Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação, em parceria com o Núcleo de Lazer da Coordenadoria de Gestão de Políticas e Programas de Esportes e Lazer (CGPE), trazem atividades e brincadeiras aos munícipes da região, domingo (20).

O evento, desenvolvido pelo programa “Ruas de Lazer”, contará com a organização de monitores em todas as atividades, entre elas, brinquedos infláveis – quadras de futebol, basquete e vôlei – cama elástica, piscina de bolinhas e brincadeiras tradicionais como o pião, a corda e a perna de pau.

O “Ruas de Brincar” é um evento gratuito e acontece na Praça Nelson José Sigrist, no Jardim Santo Eduardo, a partir das 10h00, com término às 16h00.

Serviço:
Evento: Ruas de Brincar
Local: Praça Nelson José Sigrist, Jardim Santo Eduardo.
Data: 20 de março de 2011.
Horário: das 10h00 às 16h00.
Evento gratuito.

Sempre mais do mesmo. As cenas se repetem a cada ano, as justificativas e as medidaspaliativas também. O problema das inundações, que parece ser crônico na cidade, continuasendo mais lamentado do que combatido. Enquanto as autoridades põe a culpa na chuva, aimpermeabilização do solo é ampliada cada vez mais.

Não foram poucos os dias do verão que regiões da capital entraram em estado de alerta,situação decretada quando há enchentes e transbordamentos. Ou seja, esse cenário significacidade parada, congestionamentos, superlotação do transporte público e prejuízos para quemmora nas áreas de risco, sem contar as vítimas fatais.

E no que depender da velocidade da implementação da principal medida contra as enchentes,o problema só estará próximo de ser solucionado em 2050. Do total de piscinões previstospelo Plano de Macrodrenagem do Alto Tietê, de 1998, apenas um terço deles foramconstruídos totalmente, ou seja, 45 piscinões com capacidade para armazenar 9 milhões de m³de água pluvial.

Para que o projeto seja implementado totalmente, será preciso construir mais 91reservatórios, com capacidade para 26,6 milhões de m³. Só na Zona Leste, dentro do previstopelo Plano de Macrodrenagem, só na região do Aricanduva faltam serem construídos ospiscinões do Córrego dos Machados, Taboão e Aricanduva 4.

Enquanto as medidas cabíveis a administração pública andam vagarosamente, as chuvas nãodão trégua a São Paulo. No mês de fevereiro, foram registrados recordes de precipitações: não chovia tanto em um mês desde 1998, e o último dia 27, foi o dia mais chuvoso desde mais de 2005.

No levantado realizado pelo Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a Zona Lesteé a segunda região que mais sofre com alagamentos, atrás apenas da Zona Oeste. Os dadoscoletados a partir de 2004, mostram que São Paulo já registrou 8.027 pontos de alagamentos,sendo 2.512 deles na Zona Oeste, 2.214 na Zona Leste, seguidas pela zona norte (987), zonasul (903), centro (863) e região sudeste (665).

Em 1988, a Nenê da Vila Matilde homenageou a nossa região com um samba-enredo maravilhoso. O Blog JZL relembra este momento, como homenagem ao Carnaval e a Zona Leste. Veja abaixo a música e a letra do samba ‘Zona Leste Somos Nós (O Poeta falou)’.

Está tudo aí
Para você curtir
Do largo do peixe
À sapucaí

Vem
Enxugar seu pranto
Nesse manto azul e branco
Que Alberto Alves criou

E o poeta paulistinha
Assim falou
(zona leste somos nós)

Zona leste somos nós
Lutando com galhardia
Zona leste somos nós
O lirismo e a própria poesia

Salve o Corinthians
O campeão dos campeões
Adoniran querido
Saudosa maloca
Transborda emoções

E lá na central
O suburbano vem
Chacoalhando a tristeza
No balanço do trem

Vila Esperança
Que saudade dos antigos carnavais
Das batalhas de confete
Desfiles de fantasias
Que não voltam mais

Vila Matilde
Das batucadas imortais
Da tiririca
Velha guarda querida
Jovem guarda
É a toco triunfal.

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